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Livro aborda a importância de promover o senso de comunidade e o pertencimento nos novos espaços urbanos

Com lançamento para o público agendado para esta quinta-feira, 31 de julho no Shopping Flamboyant, autor goiano mostra que fatores são fundamentais para o desenvolvimento urbano, por isso se tornaram a chave do sucesso de projetos imobiliários

Goiânia e sua região metropolitana vêm passando por um crescimento recorde tanto em população quanto em domicílios, sendo papel dos empreendedores imobiliários serem parceiros do poder público no desenvolvimento da qualidade de vida na urbanização.

Dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022 apontaram que a região metropolitana de Goiânia foi a segunda que mais cresceu no Brasil, e a capital já é a décima em população. Dois anos depois, em 2024, o instituto de pesquisas Brain Inteligência Estratégica apontou que Goiânia já é considerada a terceira capital do País que mais lança e vende empreendimentos, só ficando atrás do Rio de Janeiro e São Paulo.

O caminho para se promover o desenvolvimento urbano com qualidade é, na visão do especialista em lançamentos imobiliários, Thiago Cosac, desenvolver projetos que gerem o senso de comunidade e sentimento de pertencimento nos futuros moradores em relação ao local onde vivem.

E, como agentes da expansão urbana, é imprescindível que os empreendedores imobiliários tenham este comprometimento. "Cabe aos desenvolvedores urbanos e incorporadores a sensibilidade de planejar bairros ou prédios sejam mais que obras prontas, mas se tornem um legado urbano e social. Um lançamento imobiliário de sucesso não se resume mais ao sucesso financeiro e entrega do imóvel, mas em uma construção de valor para seus clientes - os futuros moradores", diz ele.

Thiago Cosac é especialista em lançamentos imobiliários com 21 anos de experiência, fundador da Mais VGV Brasil e autor do livro. Ao todo, acumula 14 anos de lançamentos imobiliários e mais de 50 empreendimentos em 21 cidades e 5 estados. Agora ele compartilha sua experiência no livro “100% Vendido” (Editora Savi), lançamento agendado para esta quinta-feira, na Livraria da Vila, no Shopping Flamboyant, a partir das 19h.

Com 224 páginas, a obra vai muito além do que retratar estratégias comerciais para vender todas as unidades de um lançamento. Ela mostra também o quanto os empreendimentos bem sucedidos estão diretamente ligados à contribuição real que gera para os moradores e para a cidade.

Compromisso além da venda

O senso de comunidade e pertencimento refere-se à sensação de estar integrado e ser parte de algo maior, como um grupo, uma família, um local de trabalho ou uma sociedade, sentindo-se conectado, aceito e valorizado por outros membros. O conceito é uma das vertentes do Novo Urbanismo, que nasceu nos Estados Unidos nos anos 1990 e vem sendo propagado no Brasil no desenvolvimento de bairros planejados.

Embora o Novo Urbanismo trate sobre o desenvolvido para bairros planejados, Thiago Cosac considera que é possível aplicá-lo em condomínios verticais também. Ele observa que o mercado imobiliário está em constante e rápida evolução, e o consumidor de hoje busca espaços com contribuições significativas e reais para seu bem-estar.

“Atualmente, ele busca mais um lugar onde realmente irá se sentir bem; ele quer viver com propósito, ele deseja ter orgulho do espaço onde vai viver. As empresas devem considerar estes aspectos na hora e projetar", diz

A obra aponta o caminho para concretizar este legado, começando na escolha do terreno, como considerar suas características, como definir o DNA do projeto e a conceituação do empreendimento, e todas demais etapas que envolvem o lançamento. “Inclusive, o pós-venda, que defendo ser uma das principais etapas”, explica o especialista.

Após a venda, é importante cultivar o relacionamento com os clientes. Assim como, após a entrega, apoiar os moradores em alguns passos, como prestar auxílio na implantação da gestão do condomínio ou na fundação de um associação para cuidar o novo bairro que está surgindo. “Tratam-se de boas práticas que irão tornar os moradores aliados no zelo do empreendimento e reforçar o sentimento de pertencimento e senso de comunidade”, diz.

No final, quanto mais ele tiverem prazer em habitar o bairro ou condomínio e mais bem cuidado for este lugar, maior terá sido o sucesso do projeto imobiliário - o que irá gerar credibilidade e recomendação para as empresas, observa Thiago Cosac. “Desta forma, é possível construir um desenvolvimento sustentável e consistente, além de contribuir para que nossas cidades sejam cada vez melhores",  arremata.

 

 

Informativo do Sinduscon-GO: Construir Mais on-line - Ano 2 Edição nº 12

Vivemos um momento inédito: economia aquecida, taxas históricas de pleno emprego e um novo mercado de trabalho moldado pela “gig economy”. Nunca foi tão fácil para um jovem optar por ser motorista de aplicativo, entregador ou influenciador digital, caminhos que oferecem retorno rápido e a falsa sensação de independência profissional.

Enquanto isso, a construção civil, um dos setores que mais gera empregos no país e que oferece salários acima da média nacional, enfrenta um paradoxo: sobra trabalho, mas falta mão de obra qualificada. E não estamos sozinhos. Esse é um desafio que atravessa toda a indústria nacional.

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ESPECIAL - Missão China foi um sucesso!

No mês de maio, o Sinduscon Goiás promoveu a Missão China, quando uma comitiva do sindicato conheceu de perto a inovação tecnológica, organização produtiva, cultura empresarial e qualificação de mão de obra no país asiático, uma das maiores economias do mundo.

Integrantes da comitiva falam sobre os aprendizados e a importância de iniciativas como essa para o avanço da indústria da construção em Goiás.

Entrevista - Isabelle Valois

Em entrevista exclusiva, a Engenheira Civil Isabelle Valois conta um pouco da sua trajetória profissional inspiradora e da sua entrada na CBIC Jovem.

- Conte um pouco sobre você, onde nasceu, formação, o que te motivou a seguir carreira na construção civil.

Eu nasci e cresci em Goiânia, tive oportunidade de fazer cursos e morar em alguns países, tais como: Suíça, Malta e Estados Unidos. Meus pais são engenheiros e desde pequena meu pai buscou me introduzir na profissão, me lembro de quando era criança e ia com ele visitar as obras, terrenos, e brincar no escritório. Tenho um perfil racional e lógico, então escolher engenharia civil foi muito natural para mim, na verdade, nunca pensei em outra profissão. Concluí engenharia civil na PUC – GO em 2020.

- Você se lembra de algum desafio marcante que enfrentou no início da sua trajetória? Como superou?

Nasci com um desafio, ou melhor, um sobrenome. E, não qualquer um (risos). Meu pai foi um profissional importante para o setor, que trouxe grandes contribuições, foi presidente do SINDUSCON – GO e esteve sempre à frente junto às entidades para trazer inovações na construção civil. Um exemplo é o Minha Casa Minha Vida, essa ideia foi trazida por ele em uma visita que fez ao Chile.

E eu sempre quis ser reconhecida por mim e pelo meu trabalho, não por um sobrenome. Por isso, um marco importante no início da minha carreira foi optar por trabalhar em outra empresa, sem ser a do meu pai (Dinâmica Incorporadora) e enfrentar o mercado com todos os desafios.

Na CBIC jovem não foi diferente, teria acesso fácil com apenas uma ligação, mas o jeito fácil não é muito a maneira como lido com as coisas na minha vida, então em segredo, me inscrevi para participar da CBIC e passei no processo seletivo.

- Quem te apresentou ao projeto e como foi o processo para se tornar membra?

Meu pai sempre participou dos encontros e esteve muito envolvido com a entidade. Recentemente tive vontade de colaborar e estar envolvida em debates, construções e movimentos em âmbito nacional, e quando vi no Instagram o recrutamento, não pensei duas vezes e me inscrevi.

Entrei no link, segui as instruções, fiz vídeos e participei de reuniões online para a seleção dos candidatos, três pessoas do Centro Oeste foram selecionadas e apenas uma de Goiânia, o que me deixou extremamente feliz e realizada.

- Qual o sentimento de estar ao lado de outras jovens lideranças da construção civil nacional?

Fui aprovada no processo seletivo para compor a CBIC Jovem, iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, que reúne lideranças jovens para discutir os principais movimentos do setor a nível nacional.

É um espaço estratégico em que estarei envolvida nas principais articulações do setor da construção e do mercado imobiliário. Junto ao governo, agentes financeiros e outras entidades

Mais do que representatividade, é uma oportunidade de contribuir com a empresa, com o setor e com o desenvolvimento do mercado de forma estruturada.

- Já está participando de algum projeto, missão ou iniciativa dentro da CBIC Jovem?

Não, mas tenho interesse em participar da CII (Comissão da Indústria Imobiliária) e poder contribuir com o mercado pujante de Goiânia.

- E o que você acredita que precisa ser feito para atrair mais jovens para o setor?

A nova geração vem sempre com muita sede, vontade de inovar, fazer acontecer e transformar a indústria. Isso é saudável, desde que amparada pelo histórico e embasada por estudos técnicos e financeiros. Penso muito na frase de Marshall Goldsmith “o que lhe trouxe até aqui não vai levá-lo mais adiante”, o que significa isso? No mundo globalizado que vivemos onde as coisas mudam o tempo todo, precisamos nos atualizar a todo momento, se não, ficaremos ultrapassados. Minha missão na CBIC Jovem é contribuir com mudanças significativas no setor, principalmente no que tange a industrialização e modernização da construção civil.

Hoje as pessoas estão muito conectadas, então penso que para atrair mais jovens para o setor é necessário utilizar muito marketing digital, inspirando a juventude e mostrando a relevância do setor para com a população.

- Você já tem alguma meta clara para os próximos anos?

Meu sonho é contribuir com ações relevantes para o setor, como meu pai fez no MCMV. Estar na CBIC jovem é o primeiro passo para esse sonho. A formação “jovem” possui duração de 2 anos, nesse tempo, espero integrar a CII e posteriormente, a CBIC.

- Uma mensagem que gostaria de deixar para outros jovens que estão começando agora na construção civil.

A nossa geração é movida por propósito, a atuação dentro da indústria da construção é ampla e permite que você com sua aptidão, seus talentos e esforço ganhe protagonismo e impacte positivamente não só um grupo de pessoas ou uma cidade, mas uma nação inteira. Faça parte e mude vidas.

ARTIGO - Marketing, Branding e Performance: os pilares de um lançamento imobiliário bem-sucedido

Por Marcella Blohem*

Lançamentos imobiliários vão muito além da simples inserção de novos empreendimentos no mercado. Para o setor da construção civil, cada lançamento representa uma intervenção no meio urbano e na vida das pessoas. A criação de novos espaços, comportamentos e possibilidades movimenta a sociedade e gera tendências que impactam o nosso modo de viver.

Por isso, é fundamental que as empresas do setor compreendam esse efeito e criem estratégias consistentes. Mais do que vender unidades, trata-se de contar histórias que conectam propósito, valor e identidade.

Para incorporadoras, construtoras e loteadores, isso exige uma virada de chave: o lançamento precisa comunicar não só o produto, mas também a essência da empresa por trás dele. Em um mercado cada vez mais competitivo e saturado de estímulos, a relevância deixou de ser um diferencial — passou a ser uma condição básica para sobreviver.

Entretanto, antes de tudo, o principal elemento para um lançamento imobiliário bem-sucedido é a compreensão que ele começa muito antes da criação e da performance. Começa no planejamento da empresa e do produto. É de suma importância olhar para o branding com profundidade, entender o público-alvo e estruturar processos que sustentem o marketing de forma contínua, da captação ao pós-venda.

Isso envolve desde a implementação de BI, CRM e ferramentas de inbound, até a definição clara de posicionamento e planejamento estratégico. Não basta ser bom em criar campanhas: é preciso saber de onde elas partem e por que existem. Muitas vezes, o erro está em pular etapas essenciais e partir direto para a criação, sem um alicerce sólido que conecte marca, produto e resultado.

Até porque, muitas vezes, o cliente escolhe não apenas o produto, mas a marca por trás dele. Sendo assim, a decisão de compra pode estar muito mais ligada à confiança, identificação e valor percebido do empreendimento.

 Hoje, os tradicionais 4 Ps do marketing — produto, preço, praça e promoção — não são mais suficientes. Em um ambiente em que os produtos muitas vezes se comportam como commodities, a diferenciação acontece na narrativa. A pergunta que se impõe é: que história estamos contando? E, principalmente: essa história faz sentido para o público que queremos atingir?

Nesse contexto, o branding assume um papel central. Ele é responsável por alinhar propósito, identidade e percepção. É ele quem constrói o reconhecimento da marca no setor, gera valor duradouro e estabelece conexão emocional com o público. Por isso, é tão importante o entendimento de quem você é como marca, qual é o seu propósito e como você comunica isso ao mercado.

 O branding bem aplicado valoriza o produto, destaca o empreendimento em meio à concorrência e cria senso de pertencimento — elementos fundamentais para a performance comercial. A comunicação, por sua vez, deve ser precisa. Saber o que dizer e para quem dizer pode transformar a estratégia de marketing digital e impulsionar resultados. Afinal, quando a mensagem certa chega ao público certo, no momento certo, o efeito é muito mais potente.

 Em tempos de excesso de informação e pouca atenção, contar histórias autênticas é a chave para construir marcas relevantes. É esse valor intangível — e, ao mesmo tempo, tão concreto — que posiciona, diferencia e sustenta um lançamento de sucesso no mercado imobiliário.

*Graduada em Publicidade e Propagando pela ESAMC, Pós Graduada em Marketing Digital e Especialista Business Intelligence pela ESPM/SP. Profissional com mais de 15 anos de experiência em marketing estratégico focado no setor imobiliário, com trajetória marcada na gestão de grandes contas e projetos de alto impacto em todo Brasil. Diretora de Marketing da Squad Realty. Sócia e Diretora de Marketing na SQUAD Realty.

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