Vivemos um momento inédito: economia aquecida, taxas históricas de pleno emprego e um novo mercado de trabalho moldado pela “gig economy”. Nunca foi tão fácil para um jovem optar por ser motorista de aplicativo, entregador ou influenciador digital, caminhos que oferecem retorno rápido e a falsa sensação de independência profissional.
Enquanto isso, a construção civil, um dos setores que mais gera empregos no país e que oferece salários acima da média nacional, enfrenta um paradoxo: sobra trabalho, mas falta mão de obra qualificada. E não estamos sozinhos. Esse é um desafio que atravessa toda a indústria nacional.
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